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home :: coletâneas :: Resenha de Hardcore Devo vol. 1 74-77

Hardcore Devo vol. 1 74-77 (1991)

Hardcore Devo vol. 1

DEVO 0.9c

Uma observação desatenta poderia sugerir que o Devo compôs muito pouco para quem foi fundado em 1972 e lançou seu primeiro álbum em 1978, num total de oito discos oficiais. Entretanto, a verdade foi revelada e pode-se ver que a banda tinha material pré-1978 suficiente para no mínimo outros dois álbuns. Um deles, evidentemente, seria o Hardcore Devo Volume 1.

À base de muita guitarra por saturação e sintetizadores caseiros, com influências que vão do minimalismo eletrônico do Kraftwerk (Mechanical Man) ao Rhythm and Blues, o grupo mostra muita energia e inspiração, com uma temática que faz apologia à rebeldia, e que tem visões bastante ácidas, bem-humoradas, e às vezes impiedosas do comportamento sexual.

Canções "subversivas" como Social Fools, I'm a Potato e o outro cartão de visitas Stop, Look and Listen são um ótima amostra da ideologia Devo, do que eles iriam mostrar depois, enquanto Midget, Golden Energy, Soo Bawlz e Buttered Beauties falam sobre taras, fetiches e ninfomania. A maioria dessas músicas não foi gravada em LP e nem como segundo lado de single. Em grande parte isso se deve ao conteúdo demasiado explícito de várias letras, ficando então em "hibernação" nos porões da De-evolução.

Quanto à qualidade técnica do trabalho, deve-se tirar o chapéu para os então jovens de Akron. Gravar em quatro canais, ainda mais em casa, sem tratamento acústico, costuma a ser bem problemático. Onde se sente mais a queda de qualidade é na gravação da bateria, já que para sair aceitável, esta teria que ter quatro canais só para si. Nem todo mundo é um George Martin, que gravou os discos dos Beatles em quatro canais, sincronizando dois gravadores para gerar oito, para depois mixar. Entretanto, um ótimo trabalho foi feito para recuperar as gravações, com um resultado considerado plenamente satisfatório. Para grupo e fãs.

A parte gráfica merece um capítulo à parte. Foram lançadas duas capas: uma convencional, mas com a cena bizarra de uma mulher que parece ter parido os Devóides, e outra, bem mais original, toda em papelão e dobraduras, em que se abrem as quatro letras do nome da banda, cada uma acompanhada por uma foto, e no verso de cada uma delas, outra foto. Realmente, não me lembro de ter visto uma capa de cd tão criativa. O mais interessante é o fato de se ter conseguido driblar o tamanho diminuto do CD e feito um trabalho artístico digno de um enorme LP.

Depois de tocar incontáveis vezes este CD, muitas vezes eu me pergunto por que as músicas não tiveram a produção de Brian Eno, e por que não foram gravadas e mixadas naquele legendário estúdio alemão. Essa é um questão que parece não ter mais tanta importãncia, depois de tanto tempo de De-evolução musical.

No entanto, a qualidade deste material ainda dá certeza aos fãs mais DEVOtados de que este poderia ter sido um excelente álbum de estréia, mesmo sem incluir Satisfaction, Mongoloid e Jocko Homo. Na minha opinião, se não fosse pela qualidade da gravação, Hardcore Devo Volume 1 estaria tecnicamente empatado com Duty Now For The Future como o álbum mais artisticamente perfeito desta incrível banda que nos surpreende mais e mais a cada dia. Será que tem mais raridades naqueles porões?

Marcello Freitas
01 Jul 2008

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